sábado, 2 de abril de 2011

Relembrando o caso Tunguska



Rio  Podkamennaya Tunguska, Sibéria, União Soviética...eram 7 e 15 de uma manhã fria de 30 de junho de 1908, quando no céu se vê uma grande "bola de fogo" atravessando o céu. Momentos depois uma grande explosão sucedeu-se na região devastando tudo que encontrava por ali. Não foram encontrados vestígios de meteorito, mas uma onda de impacto devastou toda a região do lago Baikal, afetando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, evento de Tunguska. O maior impacto de um objeto que se conhece na historia do planeta Terra.

A ausência de uma cratera e de evidências diretas do objeto que teria causado a explosão levou a uma grande quantidade de teorias especulatórias sobre a causa do evento. Apesar de ainda ser assunto de debate, segundo os estudos mais recentes a destruição provavelmente foi causada pelo deslocamento de ar subsequente a uma explosão de um meteoróide ou fragmento de cometa na baixa atmosfera devido ao atrito da reentrada. Diferentes estudos resultaram em estimativas para o tamanho do objeto variando em torno de algumas dezenas de metros.

Estima-se que a energia da explosão está entre 5 megatons  e 30 megatons de TNT, com 10–15 megatons sendo o mais provável. Isso é aproximadamente igual a 1000 vezes a bomba lançada em Hiroshima na segunda guerra mundial e aproximadamente um terço da Tsar Bomba, a mais poderosa arma nuclear já detonada. A explosão teria sido suficiente para destruir uma grande área metropolitana. A explosão derrubou cerca de 80 milhões de árvores em uma área e 2150 quilômetros quadrados e estima-se que tenha provocado um terremoto de 5 graus na escala Richter.

Com isso foi-se originando várias hipóteses a respeito da origem do fenômeno catrastrófico, como um pedaço de antimatéria que passou pela terra ou até mesmo um pequeno buraco negro que atravessou a crosta terrestre. Mas segundo Mas segundo o  Dr. Yuri Labvin, presidente da Fundação de Fenomenologia Espacial,  uma nave espacial teria colidido com um grande meteoro que viajava em rota de colisão com a Terra no ano de 1908. A teoria foi apresentada como uma explicação para o fenômeno que ocorreu em Tunguska, na Sibéria. Lavbin alega que há supostas impressões em pedras de quartzo que não podem ser feitas com a nossa tecnologia.
Tunguska
Uma foto recente (em cores) ainda mostra vestígios notáveis da devastação. Em preto e branco imagens obtidas durante as expedições da década de 1920, mais de 20 anos depois da explosão de Tunguska.
Suposta Nave Teria Salvo nosso Planeta!

Vários fatos demonstram que a explosão aconteceu sobre a superfície terrestre, no ar. Não foi formada nenhuma cratera no epicentro da catástrofe. Nenhuma das mais de 200 expedições ao local encontrou um único fragmento do corpo celeste. As árvores em volta ficaram inclinadas para fora do enorme círculo de 60 quilômetros e as do centro continuaram de pé. Na ocasião, mais de mil especialistas do Observatório de Irkutsk observaram a queda sobre a taiga siberiana. Eles deixaram registro das surpreendentes "manobras" que o objeto realizava ao longo de sua trajetória, como se estivesse sendo pilotado. A teoria particular de Yuri Labvin, que dirigiu esta última expedição, sugere que o fenômeno foi originado por uma nave interplanetária extraterrestre. 

A nave teria salvo a Terra de uma catástrofe, ao destruir ou desviar um corpo espacial que se dirigia para o planeta.

Segundo o portal NEWSru.com, depois da conferência realizada em 1998 em Krasnoyarsk por ocasião do 90º aniversário do acontecimento, Labvin exibiu duas barras supostamente feitas de um metal desconhecido. Ele teria encontrado os objetos durante uma expedição anterior, perto do povoado de Vanavara, a 65 quilômetros do qual aconteceu a explosão. "Os resultados da expedição, segundo seu diretor, permitem esperar que o mistério do fenômeno cósmico seja revelado sem falta no centenário da queda do meteorito de Tunguska", anunciou a agência Interfax.

Fotos da expedição científica enviada a Tunguska, liderada pelo mineralogista russo Leonid Kulik, em 1920



Um comentário:

  1. Tenho pesquisado o assunto e descobri uma experiência feita na mesma data por Nikola Tesla que poderia ter resultado no evento de Tunguska. Ainda requer mais pesquisas porém os argumentos de choque de meteorito ou nave espacial ou qualquer outro choque de matéria, me parece pouco provável devido à inexistência de fragmentos desta matéria e a inexistência de cratera, que seriam evidências contundentes com relação ao ocorrido. Pesquisem sobre o raio mortal de Nikola Tesla.
    Cordial abraço

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