segunda-feira, 12 de julho de 2010

Raios Gama


 
Raios Gama: Tipo de radiação eletromagnética que possui o comprimento de onda mais curto e, consequentemente, a mais alta frequência em todo o espectro eletromagnético. Isto também implica que os raios gama possuem a mais alta energia entre todas as formas de radiação eletromagnética. Usualmente chamamos de raios gama qualquer fóton que possua energia maior do que, aproximadamente, 100 keV.Os raios gama são muito penetrantes.Na Astrofísica os raios gama fazem parte do domínio da chamada Astrofísica de Altas Energias. 


 
O grafico mostra as faixas Espectrais as Faixas de Frequência onde se Situam os Raios Gama.  A imgem em azul é feita em equipamento dedicado a captar descargas de energia solar.

Outro fator a ser debatido é o fato da força eletromagnética que o sol vai emanar para a terra e para os outros planetas, a partir de 2012. o campo magnético da Terra tem diminuído esua intensidade; quando chegar 2012 praticamente inexistirá campo magnético terrestre.
Ao Portanto, sem esse campo, não teremos proteçao contra os raios gama e raios U.V. do sol.sso também provoca transtornos comportamentais, e por quê? Aí entra aquela história da ressonância de Schumann que nem detalhamos aqui pois demandaria certos fundamentos, mas rapidamente temos aqui.


A ressonância de Schumann tem certo ciclo, o qual sincroniza a vibração de toda criatura viva do planeta Terra e também da própria Terra. Quando isso diminui ou aumenta, afeta diretamente o comportamento [humano e animal]. Nesse caso, a ressonância magnética de Schumann tem diminuído e, conseqüentemente, tem passado a nós a ilusão que o dia de 24 horas só tem 16 horas.
Sabe-se  em certos  pontos do planeta, temos perturbações eletromagnéticas que fazem com que pilotos e capitães de navios, percam sua rota. no lugar onde hoje estaria Atlantida , a ilha da PÁSCOA, e o Triângulo das Bermudas.

             Mas o que diz a ciência? Não leva a sério, acha “estranho", mas como tudo se normalizou aparentemente "deixemos para lá porque não sabemos o que é!" Aliás, o que nós, a humanidade, sabemos, e o que sabem os cientistas sobre magnetismo?

            A única pessoa que sabia disso realmente a fundo foi desprezada, enxotada, abandonada, perseguida, humilhada: era Nicolas Tesla. No entanto, se tivéssemos aceitado as idéias de Tesla, nesse momento teríamos eletricidade em nossas casas sem esse monte de fios e postes que temos por aí. Não precisaríamos ter estragado o meio ambiente em usinas e  imensas represas de água porque bastaria uma pequena fonte geradora de eletricidade que seguiria via aérea através de ondas de rádio e chegaria à casa de cada um por meio de ondas, como o rádio - isso só para ter uma idéia do que Tesla já sabia nos anos trinta e quarenta; esse é só um exemplo, mas há muitos outros. Tesla conhecia o chamado raio da morte; ofereceu isso ao governo americano, mas, graça a Deus, o governo americano parece que foi confundido naquela hora e ignorou as propostas de Tesla.



Sabia Tesla também como recuperar o campo magnético da Terra e como criar imensos campos magnéticos induzidos. Enfim, aqueles que se derem ao trabalho de estudar as idéias de Tesla, encontrarão esses e outros estudos no campo do magnetismo e da eletricidade.

Como nada disso foi levado a sério nada poderemos fazer quando tudo se precipitar. Como exemplo definitivo desse tipo de fenômeno, em 1989, isso é documentado, não é uma ficção, em Quebec, todo o sistema elétrico apagou; ficou um apagão que durou de nove horas a alguns dias em algumas regiões. O que provocou esse apagão elétrico em Quebec nessa época? Uma intensa atividade solar, porém mais ou menos padrão; com isso queremos dizer que quando houver gigantesca atividade solar não será só Quebec que vai  entrar em apagão e já vamos detalhar um pouco mais sobre essas questões.

Ainda dentro dos avisos que temos sistematicamente ignorado, temos aqui alguns dados sobre a medição da intensidade do campo eletromagnético do planeta. No ano 1996, numa  das medições feitas, esse campo era de quatro Gauss; cada Gauss desse representa certo volume de partículas eletromagnéticas presente em determinada área. Recentemente, outra medição que encontramos por aí, feita na Espanha, acusa tão só 0,25 Gauss.

Tínhamos quatro em 1996; em 1999, três anos depois, caiu para 1,5 Gauss, e agora, em algumas regiões do mundo - claro que isso é mutante e oscila em função da hora que se mede e das condições atmosféricas - já temos uma carga, uma intensidade muito menor.

Para quem não sabe o que é o campo eletromagnético, aqui tem uma figurinha da Nasa que mostra uma certa radiação, luminosidade. Isso é mais visível nos pólos. A chamada aurora boreal, fenômeno que ocorre no Pólo Norte e é visível em países como Suécia, temos seis meses como se fosse dia. A aurora boreal é um exemplo maior, mais bem acabado, do que são esses campos eletromagnéticos.

À medida que o sol for aumentando a sua atividade e depois de certo limite, essa aurora boreal tomará todo o planeta, abarcará todo o planeta, e a Terra inteira ficará iluminada como se fosse dia. Ou seja, a Terra inteira será tomada por essa luminosidade boreal, porém muitas vezes maior do que ocorre hoje na região norte do mundo.

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Para quem ainda estiver aqui nessa época, será um espetáculo inesquecível, porque serão 
vistos raios percorrendo todas as direções do planeta; tudo estará iluminado; não haverá noite. Isso ocorrerá em dezembro de 2012. Mas já a partir de meados desse ano, muita coisa será visível. Porque a essas alturas já não teremos mais nenhum campo 
eletromagnético a nos proteger; toda essa radiação solar vai atingir o planeta, cujo campo magnético já terá se homogeneizado e tudo começará a se precipitar.

Para entendermos um pouco mais como se dá o campo magnético observem aqui: isso aqui 
é nosso planeta em corte com suas respectivas zonas.


Podemos criar campos elétricos induzidos colocando uma fonte geradora deeletromagnetismo em determinado ambiente. Esse campo induzido pode se “chocar” com outros circuitos elétricos ali existentes. Se houver esse “choque”, o campo induzido faz circular pelos circuitos existentes uma corrente elétrica reversa ou invertida. Quando isso ocorre [como ocorreu em Quebec em 1989], todos os aparelhos elétricos da área, na melhor das hipóteses, são desligados, e, na pior das hipóteses, têm seus circuitos internos queimados e inutilizados [não têm mais conserto].
assim também  nosso sistema de células entrará em pane.
Sabe- se os pássaros que migram para o sul usam o campo magnético da terra que se alinham com íons sem seu cérebro formando um ponto de coordenadas, assim como nos animais às vezes induzem os animais que estão na  região a um comportamento anômalo e estranho; começam a correr em todas as direções. Simplesmente porque houve um aumento da atividade elétrica no local, e consequentemente, alterou totalmente o funcionamento das células desses animais, que se tornaram “doidos” dizemos nós.
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Imaginem agora sete bilhões de pessoas procedendo como uma manada enlouquecida [e  isso vai ocorrer]. Ao final diremos como podemos nos proteger disso tudo. Aliás, já foi dito e ninguém se deu conta; mas vamos dizer por que e como tomar determinadas providências.

Pois bem! Todos esses fenômenos, que vão ocorrer desde agora até 2012, se devem
basicamente ao magnetismo. As reversões das polaridades são cíclicas; os chamados
deslizamentos dos pólos magnéticos já ocorreram "n" vezes anteriormente, e isso está
registrado, por exemplo, em obras esculpidas na rocha viva como esse que é conhecido como o Zodíaco de Dendera:
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os egípcios cultuavam a constelação de Orion e o planeta Vênus como já foi postado aqui, eles passaram por esse ciclo ou foram testemunha de um ciclo anterior e tentaram passar a mensagem adiante em seus hierógliofos.

Os egípcios conheciam profundamente os movimentos do céu; eles conheciam Astrologia porque, na verdade, estudavam Astronomia; tinham conhecimento desses ciclos de renascimento e, principalmente, das mudanças de pólos.
Eles conheciam os ciclos de atividades solares e podiam prevê-los com muita antecedência[o advento desses fenômenos] e tomar as providências necessárias para isso. Então, por isso que muitos se preservaram até hoje. Mas isso não impedia que grandes extensões de Terra afundassem quando isso se precipitava.

Se alguém está pensando em montar uma comunidade de sobrevivência, não leve bateria e nenhum instrumento elétrico, como computador, celular, porque, como a polaridade mudará, nada vai funcionar depois desses acontecimentos. Tudo que seja elétrico e eletrônico deixará de funcionar; teremos que começar do zero, voltar à idade da pedra ou,como Einstein dizia: A quarta guerra será de arco e flecha [embora ele se referisse a uma possível guerra atômica, e não a esses fenômenos].

Os antigos sabiam que essa atividade solar, isso tudo que mencionamos, já acendera o campo [magnético] de Vênus; e acenderá novamente, e Vênus será visto daqui da Terra como um cometa, cuja cabeça será maior que a Lua. Não é que Vênus se aproximará da Terra; é que os gases da atmosfera de Vênus se incendiarão; incendiar não quer dizer destruir. Não! Por causa da atividade magnética solar os gases se iluminarão de tal forma que chegará a nós a imagem de Vênus talvez em proporção maior do que vemos a lua cheia hoje.

Os antigos egípcios conheciam tudo isso, esses movimentos e fenômenos celestes. Esse aqui [slide] é o interior do chamado Labirinto de Dendera. Eles desenharam, ao final de um corredor, este quadro astronômico. Aqui temos várias estrelas, inclusive Vênus; temos a estrela Sótis que é a estrela central da galáxia, o nosso sol Sírio. Sótis é uma estrela que antigamente era representada pela - essas coincidências que não sabíamos e de repente ficamos sabendo - estrela cão. Anúbis, quando faz o julgamento na Sala de Justiça, veste uma máscara de cão ou chacal. Então, Sótis é a estrela que aparecia, ocupava, uma determinada posição, e que era percebida através dessa abertura, matematicamente calculada, para avisar os sacerdotes que a época das grandes mudanças estava se aproximando.

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Nos nossos pequenos cálculos que fizemos, tudo indica que para 2012, Vênus cumprirá um determinado roteiro e que se tornará visível numa determinada posição na [direção da] constelação de Órion. Vênus, num movimento aparente, parecerá surgir por trás de Órion.

Órion sempre foi associado às desgraças.

Porém isso só ocorre, Vênus somente cumpre esse movimento no céu, como que aparecendo atrás de Órion, apenas a cada 12.000 anos, aproximadamente [11.520 anos exatamente -NO ÚLTIMO DILÚVIO QUE DESTRUÍU ATLÂNTIDA ]. Esses quase 12.000 anos se fecharão agora, em 2012.

Maias e egípcios conheciam todos esses dados e calculavam com precisão, porque
conheciam o movimento preciso de Vênus em torno do sol. [Um desses movimentos bem conhecidos por maias e egípcios é o chamado movimento sideral de Vênus. Movimento sideral é o tempo que um planeta tarda em ocupar exatamente o mesmo lugar no espaço. A cada 117 movimentos siderais de Vênus ocorrem esses fenômenos aqui citados.

Este é um sinal que devemos considerar: quando Vênus surgir por trás de Órion - e as
projeções disso são para dezembro de 2012 – o tempo terá se fechado.

Porém, particularmente, pessoalmente, recebemos do Mestre Mórya o seguinte recado, ao ser questionado sobre as datas finais, que “2012 representa catástrofe”. Depois questionamos: 22 de dezembro 2012 é uma data correta? Ele respondeu: “Dezembro de 2012 é uma boa referência”.

Portanto, esclarecendo, ele não confirmou o dia exato, mas diz que dezembro de 2012 é uma boa referencia; então, aguardemos 2012 e saberemos... Ainda dentro desses ciclos de reversões magnéticas e geomagnéticas que se dão em função das reversões magnéticas do Sol, nós teremos, exatamente na noite de 21 para 22 de dezembro de 2012, este mapa celeste aqui. O céu estará igual ao que estava quando da última catástrofe, que resultou no afundamento da Atlântida e de outras grandes extensões de terra pelo mundo, cuja data exata foi calculada astronomicamente em 27 de julho do ano 9.792 anos a.C. Isso sempre coincide com a conclusão de 117 ciclos [de tempo sideral] de Vênus. No passado, tivemos esses fenômenos de afundamentos de grandes extensões de terra e ondas gigantescas; já vamos entender de onde e porque isso acontece.

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Geryl projetou, utilizando um software de cálculos astronômicos, e seguindo os ciclos
cósmicos, as duas catástrofes anteriores a de 9792 a.C. Elas ocorreram em fevereiro de21.312 a.C. e 29.808 a.C.

Nessas três referências aqui apontadas tivemos sempre o mesmo mapa astronômico [ora visto aqui neste slide]. Na última vez que aconteceu isso, no ano 9.792 a.C. a Terra
inclinou 72 graus; o pólo magnético cambaleou 72 graus. Não temos como saber agora qual será a magnitude de 2012, se vai ser de 90, 70 ou 45 graus. É um dado imponderável; não é possível saber pelas fórmulas físicas, porque não existem dados concretos para se fazer esse cálculo.

Detalhando o que vai acontecer, em apenas 24 horas, a partir do momento que o sol entrar em hiperatividade em função da pulsação do sol central da galáxia.

Todos os satélites da Terra serão destruídos; a Terra se tornará luminosa; haverá uma
espécie de aurora boreal em todos os cantos da Terra; raios cortarão a atmosfera em todas as direções; as redes elétricas cairão todas porque são sensíveis às ondas magnéticas solares [vide o caso de Quebec no ano de 1989]. Toda a civilização atual se baseia nessa frágil estrutura tecnológica.

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Conseqüências dessa reversão de campo magnético: quando os pólos magnéticos da Terra se reverterem totalmente, a Terra passará a girar em sentido contrário [em 24 horas]. Antes que aconteça propriamente a reversão do campo magnético da Terra, teremos a saturação da sua atmosfera com partículas solares.



Isso levará ao descolamento das placas continentais do “manto metálico”; essas placas 
continentais flutuarão sobre o “manto metálico” porque vai se gerar um campo magnético 
fortíssimo na atmosfera em função da atividade solar; isso vai puxar a crosta terrestre, descolar a crosta terrestre dessa massa viscosa, num efeito similar ao que ocorre com o disco de embreagem de um carro quando vamos mudar de marcha.

O novo e intenso campo magnético que se formará na superfície da Terra atrairá para si as placas continentais; então as placas continentais ficarão soltas, flutuando sobre o “manto metálico” – Essa é a questão crucial. Se tudo está solto, é como uma queda livre; se a Terra cambaleia para lá é para cá, e as placas continentais se soltaram, começarão a deslizar para lá e para cá, e claro que, nesse deslizar, às vezes vão se encontrar, vão se chocar entre si, criando novas cadeias de montanhas e novos paredões onde suas partes se afundarem.

Em épocas passadas, quando isso aconteceu, surgiram os Himalaias, os Andes e todas as 
demais grandes cadeias de montanhas espalhadas pelo mundo. Mas também pode ocorrer o 
inverso: o rompimento abrupto em certas partes das placas continentais, criando assim 
imensos paredões que vemos em muitas costas continentais do mundo.

Enquanto a Terra está balançando, as placas, totalmente descoladas de seu núcleo básico 
ou de sustentação, se deslocarão para lá e para cá, e o planeta segue girando... Outros 
fenômenos estarão ocorrendo ao mesmo tempo pelo magnetismo, como, por exemplo, o 
surgimento de aleatórios campos elétricos induzidos [que destruirá todos os circuitos 
internos de aparelhos elétrico-eletrônicos], tempestades elétricas, furacões, maremotos, terremotos, atividades vulcânicas, etc..

E resumo, até agora falamos de que a Terra continua girando a 1.600 km/h; que nesse
movimento da Terra cambalear [devido à mudança do eixo magnético], o pólo norte vai
sair da sua posição. Depois, haverá um momento em que a Terra vai parar de girar, como 
se alguém pisasse no freio. Ao se aplicar o freio no movimento giratório do planeta, 
lembremos que a Terra gira de Santos para a África, o que vai acontecer neste momento?
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